terça-feira, 11 de dezembro de 2012

4.1- Conhecendo objetos de multimídias

Ao navegar pela internet encontramos diversas formas de artes digitais com o uso de um computador e alguns recursos simples e acessíveis é possível criar coisas maravilhosas,como vídeos,histórias,filmes textos e, movimentos,apresentações em slides e uma infinidades...Com o uso da imaginação,podemos tudo!
Alguns vídeos nos mostra que com o uso  da criatividade e nossa vontade de aprender,pesquisando,buscando e crendo que podemos realizar infinitas coisas e ao passarmos isso para nossos alunos,com o direcionamento certo e o uso correto das tecnologias que temos ao nosso dispor,teremos um grande aliado para o incentivo desses alunos,que já esta na era digital e só precisa usar isso a favor da aprendizagem,criando uma forma prazerosa de conhecer coisas novas e de que o uso dessas ferramentas transforme o aprender em algo significativo não deixando o aluno se perder no mundo virtual.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012
















WebQuest

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

WebQuest (do inglês, demanda da Web) foi proposta pelo Professor Bernie Dodge, da Universidade de São Diego, em 1995, com a participação do seu colaborador, ao tempo, Tom March[1] .
A webquest é uma metodologia de pesquisa orientada da web, onde quase todos os recursos utilizados para a pesquisa são provenientes da própria web. Trata-se de uma atividade didática de aprendizagem, que aproveita a imensa riqueza de informações do mundo virtual para se criar o conhecimento. Essas atividades podem ser desenvolvidas para o ensino fundamental, médio e superior.
Geralmente a webquest é elaborada por um professor com questões para serem solucionadas pelos alunos. Ela sempre parte de um tema onde se delinearão as tarefas, que envolve consultar fontes de informação como livros, vídeos e mesmo pessoas a entrevistar, entretanto, são mais comuns sites ou páginas na internet. Essas fontes são, em geral, selecionadas pelo professor.
As webquests possuem uma base teórica construtivista, pois os próprios alunos vão construindo seu conhecimento. Através do cumprimento das tarefas eles vão transformando as informações, compreendendo-as e armazenando-as. Suas estratégias de aprendizagem ajudam os estudantes a desenvolver habilidades de cooperação para com o grupo e a entender que aprendemos mais e melhor com os outros do que sozinhos. Seu principal objetivo é desenvolver as habilidades cognitivas dos alunos.
Para desenvolver uma webquest é necessário criar um site que pode ser construído com um editor de HTML, serviço de blog ou até mesmo com um editor de texto que possa ser salvo como página da web. Os passos para a criação da webquest são os seguintes:
a) introdução: nela você deverá apresentar as informações básicas da pesquisa aos alunos, orientando-os sobre o que vão encontrar na atividade proposta. Além disso, tem como objetivo despertar o interesse deles para realizar o trabalho, motivando-os para começar;
b) tarefa: descrever o que os alunos deverão elaborar durante o projeto, propondo um percurso a ser percorrido até o final dele, sem, entretanto, dá-los um produto pronto/acabado;
c) processo: fornecer descrições das etapas que os alunos deverão seguir para a realização do trabalho, incluindo orientações sobre como subdividir as tarefas;
d) recursos: disponibiliza aos alunos uma lista de referências bibliográficas a serem consultadas para a realização das tarefas.
e) conclusão: corresponde à finalização da tarefa proposta. Nela o professor deve apresentar um resumo que levará o aluno à reflexão da atividade com o objetivo de reconhecer o que foi aprendido.
Um tópico bastante comum na webquest é o intitulado de avaliação. Nesse tópico, o professor irá explicar os critérios que serão utilizados para avaliar o desempenho do aluno para com o seu trabalho. Após a elaboração desses tópicos, basta que o criador da webquest poste-a na internet. Como dito anteriormente, para fazer isso, será preciso hospedar a webquest num servidor.
Pedagogicamente falando, a utilização da webquest pode ajudar o educador a alcançar objetivos educacionais importantes, tais como:
a)modernizar o jeito de se fazer educação, já que as webquests fazem o uso da internet, o que é uma maneira de praticar uma educação sintonizada com nosso tempo;
b) garantir o acesso a informações autênticas e atualizadas, pois os professores têm também o objetivo de selecionar as fontes de pesquisas para se obter informações confiáveis;
c) promover aprendizagem cooperativa;
d) desenvolver as aptidões cognitivas, pois a webquest oferece oportunidades para o desenvolvimento das habilidades do conhecer;
e) incentivar a criatividade.
f) transformar as informações existentes ao invés de apenas reproduzi-las, tendo em vista a necessidade de solucionar as questões e metas propostas pela webquest

No Brasil há diversas experiências sobre o trabalho com WebQuests publicadas no site da Escola do Futuro, Colégio SAA, Colégio Dante Alighieri, MackenzieSENAC, [EscolaBR][2] ligação externa] e Colégio Marista de Maceió. Além disso, há uma competição nacional, o Desafio Nacional Acadêmico, baseada nesta metodologia.






domingo, 18 de novembro de 2012


1. Atividade com uso de hipertexto. Educação Infantil
2. Educação Infantil.CONHECER E CUIDAR DO MEU CORPO.
 3. A Importância de se conhecer:Os cinco sentidos:Olfato,visão.audição,paladar,tato.
 4. Audição 
5. Olfato
 6. visão
 7. Paladar
 8. Tato
 9. Cantar musicas relacionadas ao corpo.Cabeça,ombro,joelho e pé,joelho e pé Para que serve essa boquinha - pra falar Cabeça,ombro,joelho e pé,joelho e pé. Para que serve esses olhinhos - pra olhar Olhos,ouvidos,boca e nariz. Para que serve esse nariz - pra respirar Para que serve os dedinhos - pra pegar Cabeça,ombro,joelho e pé,joelho e pé. Para que serve as perninhas - pra andar Para que serve o coração - pra amar O corpo da gente se divide sempre em três partes Cabeça, tronco, membros é assim que a gente é Aprenda essa lição, seu corpo agora é uma canção É assim que a gente é É assim que a gente é feito O coração sabe o que quer O corpo humano é bem feito A gente aprende que viver É dar e receber. 
10. Falar sobre a importância da higiene do corpo e da boca 
11. Lavar bem as mãos 
12. Escovar os dentes sempre depois das refeições. 
13. Tomar banho diariamente. 
14. Lavar bem os alimentos.
 15. Cuidados com o preparo das refeições. 
16. Ordem ao se servir na mesa. 
17. Lugar de lixo é no lixo. 
18. A importância de dormir bem. 
19. Obedecer os pais e professores. 
20. Apresentação Data show ou Bdel
 21. Material utilizado Power Point Google


  Soraya Aparecida de Sousa Martins 



Fim

História contada; sobre consciência negra



A história era sobre amigos que se encontravam todos os dias no parque para brincar,independente de sua cor ou raça eram muito unidos e cada um trazia  suas brincadeiras e culturas e todos interagiam,aprendendo cada vez mais brincadeiras e jogos,cada um com suas particularidades.









Usamos fantoches para a representação dos amigos,registramos a reação das crianças (que adoraram e interagiram)com máquina fotográfica,filmamos,e foto tiradas com celular.

Contextualização


Quando o professor usa a contextualização, o conhecimento passa a ter maior significado para o aluno

De forma geral, contextualização é o ato de vincular o conhecimento à sua origem e à sua aplicação.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Conceituando Hipertexto

Tecnologia da Educação - TIC Conceituando coletivamente Hipertexto: O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade , em que o computador deixa de ser binário, rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção do/com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura/escrita das metanarrativas. O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano , ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos O hipertexto permite ao leitor decidir o rumo a seguir na sua viagem pela leitura, tornando o tempo e o espaço, em relação à construção textual, flexível. Em nossas observações concluímos que todos os colegas que participam deste curso conseguiram chegar a conclusões lógicas, claras e significativas sobre este tema que se torna a cada dia mais presente em nosso cotidiano
CONCEITUANDO HIPERTEXTO A definição mais clara e completa que encontrei para hipertexto foi : “texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons” . Dessa forma vejo essa ferramenta como algo que permite situar assuntos distintos inter-relacionados em diferentes níveis de aprofundamento, proporcionando a personalização do processo de ensino-aprendizagem. Possibilita proporcionar o exercício da pesquisa aos alunos e assim torná-los autônomos em relação aos seus estudos , capazes de buscar o conhecimento de acordo com seus interesses e necessidades Na forma de blocos de textos, palavras, imagens, sons, que podem ser acessados por hiperlinks, ou simplesmente links de uma forma dinâmica, não-linear, sem ponto fixo de entrada e de saída, sempre expansível e literalmente sem limite é possível navegar por varias vertentes do assunto buscado e ampliar seu conhecimento. As imagens, vídeos e sons tornam o assunto mais atrativo e também de fácil compreensão, pois trabalha as diferentes habilidades possibilitando melhor compreensão do leitor sobre determinado assunto. Através de um mapa conceitual é possível ter uma visão geral do hipertexto e de suas possibilidades. .

domingo, 13 de maio de 2012


O uso de tecnologias pode revolucionar a educação?

Objetivos:- Entender o conceito de tecnologia.
- Identificar aspectos negativos e positivos da tecnologia.
- Identificar e entender em que medida a tecnologia pode contribuir para a melhoria do ensino.
- Introdução das novas tecnologias no universo escolar
- Discussão sobre a crença social no poder da tecnologia

Tempo estimado:Três aulas

Material necessário:-  Artigo "A tecnologia não nos salvará (por enquanto)", publicado em Veja (Edição 2261, 21 de março de 2012)
 -  Filme Tempos Modernos, de Charles Chaplin, para o professor.

Desenvolvimento:Aula 1 Dividir a classe em grupos e solicitar aos alunos uma leitura atenta da matéria da revista Veja. Pedir que identifiquem as principais ideias contidas no texto e os argumentos fundamentais do autor. Em seguida, propor uma discussão indagando se concordam ou não com as ideias apresentadas. Aproveitar para contar aos alunos que essa concepção é reforçada pela ideia de que as tecnologias ajudariam a resolver inúmeros problemas que há tempos afligem a humanidade.
Questionar se a turma concorda ou não com essa visão e, a fim de estimular a reflexão e a discussão, e ver quais são as teorias que a classe já tem sobre a possibilidade de a tecnologia ter efeitos sociais negativos. Aproveitar para questioná-los sobre a ideia de progresso: de fato o progresso resulta do desenvolvimento tecnológico? os progressos existentes beneficiam igualmente todos os setores da sociedade? Um bom exemplo para encaminhar este debate é levá-los para um campo mais prático, como o da medicina: o desenvolvimento de aparelhos médicos ultra-modernos garantem pleno acesso à saúde ou beneficia apenas uma parcela minoritária da população, já que encarece o tratamento médico?
A partir das respostas fornecidas aos alunos, explicar que essa valorização da tecnologia resulta do papel fundamental que ela desempenha na vida econômica e social em todos os lugares. Explicar, por exemplo, que o fenômeno da globalização só foi possível graças ao desenvolvimento tecnológico.
Mostrar também que muitos desses aparelhos provocaram enormes mudanças em nossos hábitos e cultura, como é o caso do celular , do vídeo e dos computadores pessoais conectados à internet, que essa visão preocupa hoje muitos pesquisadores de várias áreas do conhecimento e que, por esse motivo, muitos deles começaram a pesquisar os efeitos da tecnologia a fim de verificar se eles são sempre positivos ou benéficos ou se, ao contrário, apresentam efeitos perversos ou negativos.

Perguntar por exemplo, que instrumentos utilizava na atividade agrícola e como os fabricava, já que não existiam máquinas, que tipo de conhecimento era necessário para produzi-los e se estes sofriam mudanças constantes ou não.
Aproveitar as respostas fornecidas e examinar o caso da enxada, destacando o caráter artesanal de sua fabricação e como sua forma permaneceu basicamente a mesma até a atualidade,se esse instrumento pode ser considerado uma extensão do corpo humano ou não, aproveitar as respostas fornecidas para explicar o que é a tecnologia, que ela começou a existir apenas na sociedade capitalista, sendo fruto da revolução cientifica e da revolução industrial, o que é uma máquina e o que é necessário para produzi-la, como o trabalhador se relaciona com a máquina, se ela respeita ou não o ritmo biológico do corpo humano ou se, ao contrário, ele tem de se adaptar ao ritmo dela, que é mecânico,fazer uma comparação entre a máquina e a enxada a fim de aclarar as diferenças entre elas e, dessa maneira, entre a técnica e a tecnologia, se uma máquina opera isoladamente ou apenas em relação a outras máquinas,comentar como a organização delas na fábrica é planejada e não casual e chamar a atenção da turma para a observação desse aspecto no filme Tempos Modernos, que será exibido na próxima aula.

Aula 2A fim de tornar claro o que foi discutido e analisado na aula anterior, exibir aos alunos o filmeTempos Modernos, de Charles Chaplin. Solicitar atenção especial para as cenas e as sequências em que o personagem aparece trabalhando na linha de montagem de uma indústria e em seguida propor uma discussão sobre as características desse tipo de processo de trabalho e  apontarem os efeitos negativos das máquinas na vida dos operários.

Aula 3Retomar a análise e a discussão das aulas 1 e 2, explicar que a tecnologia seria um processo social que tem como objetivo dominar a natureza a fim de aumentar a produção econômica,em muitos casos a tecnologia não está somente à serviço do bem estar dos cidadãos ou dos trabalhadores, como o filme Tempos Modernos deixa claro, mas também, na maioria dos casos,vinculadas à produção econômica,que os aparelhos tecnológicos modernos, destinados ao consumo civil e doméstico, apresentam uma qualidade nova em relação aos produtos tecnológicos resultantes da segunda revolução industrial. Enquanto aqueles eram, em geral, destinados a substituir o trabalho humano no universo doméstico, como geladeiras, máquinas de lavar roupa e louça, etc, os produtos que surgem com a revolução da microeletrônica, são destinados tanto ao trabalho, quanto ao lazer.
Questionar se o uso intensivo desses aparelhos, que são usados em larga escala pelos jovens, apresenta sempre efeitos positivos ou se, ao contrário, interferem negativamente tanto no desempenho escolar quanto no processo de sociabilidade, visto que seus usuários preferem se comunicar por meio de tais aparelhos em vez de manter um contato real com os outros.
Propor uma discussão e uma reflexão coletiva sobre isso indagando também quantas horas por dia, em média, seus usuários ficam defronte a tais aparelhos, que o consumo intensivo dessas novas tecnologias pode inclusive viciar seu usuário porque elas oferecem uma espécie nova de diversão baseada na saturação de estímulos, que são cada vez mais intensos e acelerados, acabando assim por excitar desmedidamente a sensibilidade.
A fim de completar o raciocínio, mostrar que tais aparelhos tecnológicos exigem uma adaptação por parte de seus usuários e que nesse processo eles os moldam e os adestram, de maneira que estes se tornam objetivamente dependentes da tecnologia para executar tarefas básicas, com isso os indivíduos podem se isolar, dependendo menos de outros indivíduos, propor uma discussão sobre as consequências da introdução em larga escala desses aparelhos tecnológicos na escola e  se eles poderiam contribuir decisivamente para a melhoria do ensino.

Destacar e perguntar se o alunos concordam que os objetivos da escola são:

a) estimular a intensificação do processo de socialização;
b)desenvolver o indivíduo tanto intelectual quanto emocionalmente;
c) torna-lo apto a pensar e a agir racionalmente;
d) oferecer conhecimentos que possam auxiliá-lo a se inserir no mercado de trabalho como trabalhador qualificado;
e) estimular o desenvolvimento de atitudes e hábitos democráticos que reforcem sua atuação como cidadão responsável e crítico, capaz de atuar em defesa da justiça social.

 Perguntar se a introdução das novas tecnologias no universo escolar pode de fato contribuir para a melhoria do ensino ou se, ao contrário, os governos promovem sua inclusão por motivos econômicos e, ao mesmo tempo, para agradar a sociedade, já que esta sustenta uma crença ingênua no poder e alcance dela.
Mostrar como essa crença, sem questionamentos, pode levar o país e seus jovens a  impedir uma reivindicação real e efetiva na melhoria do ensino, que passa tanto pela valorização do professor e de sua atuação em sala de aula, quanto pelo processo educativo presencial,mostrando que as novas tecnologias podem ser instrumentos importantes na formação e podem ser utilizadas no ambiente escolar, mas apenas na medida em que complementem o trabalho formativo do professor e da aula presencial.
Por fim, pedir a elaboração de uma redação sobre o assunto.

Avaliação:Verificar se os trabalhos entregues são coerentes e se as ideias estão bem conectadas. Analisar também, se a expressão verbal está correta e adequada e se os estudantes revelam entendimento do assunto discutido em sala. Levar em conta a participação do aluno nas discussões e observar se ele compreende tanto a ambiguidade da tecnologia quanto o papel formativo da escola.

Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula

Um painel para todas as disciplinas mostra quando e como as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar.


Recursos didáticos.Como usar a tecnologia na sala de aula.
TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos?

Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa,ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segunda: como utilizar esses novos recursos?

Dá para responder à pergunta inicial estabelecendo, de cara, um critério: só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. "Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica.

Da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidades de ensino - essa união caracteriza as ilustrações desta reportagem. Mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas. Isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual. "A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje", afirma Marcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). Em outros casos, porém, ela é dispensável. Não faz sentido, por exemplo, ver o crescimento de uma semente numa animação se podemos ter a experiência real.
Nove dicas para usar bem a tecnologia

O INÍCIO-Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.

O CURRÍCULO-No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

O FUNDAMENTAL-
 Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O ESPECÍFICO-
Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A AMPLIAÇÃO-
Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.

O AUTODIDATISMO-A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.

A RESPONSABILIDADE-
Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A SEGURANÇA-Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A PARCERIA- Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.

(Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.)

domingo, 6 de maio de 2012

Vantagens e Desvantagens.


tecnologias





Depois de plantada a semente deste incrível arbusto,
não se vê nada, por aproximadamente 5 anos
exceto lento desabrochar de um diminuto broto,
a partir do bulbo.

Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo,
invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz,
que se estende vertical e horizontalmente pela terra
está sendo construída.

Então, no final do 5º. Ano, o bambu chinês,
cresce até atingir a altura de 25 metros.

Um escritor de nome Covey escreveu:
Muitas coisas na vida pessoal e profissional
são iguais ao bambu chinês.

Você trabalha, investe tempo, esforço,
faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e,
às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.

Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e
nutrindo, o seu 5º Ano chegará, e, com ele,
virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava.

O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente
desistir de nossos projetos, de nossos sonhos, de nosso trabalho,
especialmente de um projeto fabuloso, que envolve mudanças...
de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização.

Devemos sempre lembrar do bambu chinês,
para não desistirmos facilmente
diante das dificuldades que surgirão.

Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida:
a Persistência e Paciência,
pois você merece alcançar todos os seus sonhos!!!

É preciso muita fibra para chegar às alturas e,
ao mesmo tempo,
muita flexibilidade para se curvar ao chão.



Autor desconhecido.